Será que o que digo faz sentido,
Estarei eu nas minhas faculdades normais,
É que são muitas as vezes que me mandas ir ao médico,
E hoje insististe,
Hoje eu sei porque à um tempo atrás eu não fui embora,
Não fui porque temia sentir essa dor que estou sentindo agora...
Temia dizer adeus...
Temia te perder.
Hoje a fome não me dói..
A sede não me importa...
O sono não me encontra...
As cores não existem...
Os sons não me agradam...
O tempo não passa...
A minha mente não descansa...
A tua falta me preocupa...
A saudade me consome...
A vida me perde....
Difícil é conseguir andar em frente quando perdes o motivo pelo qual caminhas...
Difícil olhar para trás e saber que o tempo não retorna...
Difícil não entender e tentar explicar...
Difícil é perder e não poder chorar...
Difícil é saber e não querer acreditar...
Com, Rafael Torres de "O Pensador"
31 de dezembro de 2009
29 de dezembro de 2009
28 de dezembro de 2009
Falemos um pouco de gente que mente...
Há tantas variedades de mentirosos como de espécies de borboletas.
-Há o homem que mente porque é bem educado: esse, é um homem da sociedade.
-Há o homem que mente para divertir os outros: esse é um poeta.
-Há o homem que mente por dever: esse é um santo.
-Há o homem que mente por interesse, por egoísmo ou por cobardia: esse é um malandro.
-Há o homem que mente por prazer: esse é um mentiroso.
- E, por fim, há o homem que mente às mulheres: esse não mente.
Francis de Croisset, Nos Marionnettes (1928).
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